Vídeo: Gambá com filhotes é resgatado em escola de Caraguatatuba

 

Na manhã desta segunda-feira, dia 20, por volta das 8h30, uma guarnição do Corpo de Bombeiros foi acionada para uma ocorrência envolvendo um animal silvestre em situação de risco na escola Antônio Alves Bernardino, bairro Tinga, em Caraguatatuba.

 

No local, se tratava de um saruê com filhotes que estava dentro de uma bobina carretel de madeira que serviu como ninho.  Para retirar o animal de dentro do carretel a equipe de bombeiros precisou serrar parte da estrutura do carretel com uso de uma serra sabre, zelando pela segurança do animal.

Confira o vídeo divulgado pelos bombeiros:

 

A ação tomada pela equipe foi de extrema importância para resultado positivo da ocorrência, com a retirada do animal e seus filhotes, sem qualquer ferimento. Em seguida, foi realizado a soltura do saruê juntamente com seus filhotes em vegetação natural.

 

Animal

 

O animal é conhecido popularmente como Gambá, Saruê ou Raposinha, tem o nome científico de Didephis marsupialis. Pode ser encontrado em vários locais nas cidades. Aparecem mais durante a primavera, época de reprodução da espécie. São animais solitários, arbóreos e terrestres. Se alimentam de insetos, frutas e ovos. Os filhotes se alimentam de leite. O período de gestação é curto de 12 dias no máximo. Os filhotes permanecem 70 dias amamentando. A mãe gambá tem cerca de 21 filhote por gestação, mas apenas nove sobrevivem, devido à disputa pela amamentação.

 

A crescente fragmentação dos remanescentes de mata nos arredores da cidade tem causado a aproximação dos gambás às áreas urbanas. A restrição de sua área domiciliar; a redução de seus predadores naturais como aves de rapina e felinos, o sucesso reprodutivo da espécie cujos filhotes permanecem protegidos na bolsa e a grande facilidade de adaptação ao meio urbano, são os principais motivos do aumento da população de gambás nas cidades de São Paulo. Por meio da urina pode transmitir doenças como a leptospirose e por meio das fezes transmitem verminoses. Caso mordam podem transmitir a raiva. É importante desinfetar os locais onde o gambá tenha passado com água, sabão e álcool. Fonte: Prefeitura de São Paulo.

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