Colucci afirma que Ilhabela retomará cobrança de TPA e irá limitar entrada de veículos

Em participação no podcast Líderes, com o jornalista Hélcio Costa(Foto), Colucci garantiu que irá retomar a TPA; Ilhabela foi a primeira cidade do litoral norte a implantar a TPA em 2007, cobrança foi suspensa em 2020, quando cidade arrecadava cerca de R$ 4 milhões anuais com a taxa

 

Em participação no podcast Líderes, do jornal O VALE, apresentado pelo jornalista Hélcio Costa, o prefeito de Ilhabela, Toninho Colucci(PL), afirmou que o município vai voltar a cobrar a Taxa de Preservação Ambiental (TPA), suspensa desde 2020. Colucci informou ainda que deverá adotar medidas para limitar à entrada de veículos na ilha.

 

Com relação a retomada da cobrança da TPA- Ilhabela foi a primeira cidade do litoral norte paulista a implantar a cobrança em 2007.  A prefeitura chegava a arrecadar cerca de R$ 4 milhões anuais com a cobrança da taxa que foi suspensa em 2020. A prefeitura chegou a abrir o processo licitatório em 2021, mas a licitação, no entanto, não avançou, foi suspensa por tempo indeterminado, devido aos pedidos de impugnação por parte de empresas participantes.

 

Colucci pretende retomar a cobrança da TPA devido à queda na arrecadação de royalties do petróleo, que levou a Prefeitura a cortar 30% dos gastos em 2024. A cobrança da TPA é apontada como uma alternativa para compensar a perda de receita sem recorrer ao Fundo Garantidor, que possui cerca de R$ 1 bilhão. A cobrança da TPA ficou suspensa desde então. Segundo ele, a licitação para gestão da TPA deve ser lançada em até 90 dias.

 

Com relação a limitação da entrada de veículos na ilha, Colucci alega que, a cidade não suporta mais o atual volume de veículos, especialmente em feriados prolongados e na temporada de verão.  Ilhabela conta com apenas uma estrada  estadual, a SP-131, que tem 24,6 quilômetros de extensão e interliga o norte ao sul do arquipélago. No fim de ano, o trajeto entre o Bexiga e o centro, por exemplo, que é feito em 15 minutos em dias normais, chega a durar duas horas.

 

Medidas restritivas já foram adotas em 2007, pelo então prefeito Eng. Manoel Marcos de Jesus Ferreira, que durante cinco feriados prolongados,  através de uma lei municipal, permitiu a entrada de apenas 15 mil veículos na ilha. A lei acabou sendo derrubada pela Câmara. Em 2019, a então prefeita Gracinha, preocupada com os problemas de mobilidade, proibiu a circulação de caminhões na travessia da balsa nos fins de semana e feriados prolongados.

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