Jornalista André Avelar, de Caraguatatuba, faz sua quarta cobertura de Copa do Mundo

Foto Capa: André Avelar em Nova York, onde cobre a primeira fase do grupo do Brasil.

 

Por Salim Burihan

 

O Notícias das Praias criou a seção “Mundo da Bola”, aproveitando o início da Copa do Mundo de 2026 para contar casos, causos, histórias, destacar personagens e relembrar a memória de pessoas da nossa região envolvidas com o futebol.

Nesta terceira edição do “Mundo da Bola”,  destacamos o jornalista de Caraguatatuba, André Avelar, que ainda jovem, aos 39 anos, vai cobrir a sua quarta copa do mundo de futebol.

 

André no estádio Hard Rock Stadium, na abertura do mundial de clubes da FIFA 2025

André Avelar, de 37 anos, é filho do casal João Eugênio e Marli Avelar e irmão da Ana Emília, advogada que reside em Campinas. André reside na capital paulista  e é casado com a arquiteta Gabriela.

 

Os pais de André, João Eugênio e Marli

 

Ele nasceu em Caraguatatuba e viveu boa parte da infância e juventude no bairro do Indaiá, onde até hoje, vivem seus pais. André cursou o primário e o ensino médio no Colégio Módulo. Fez cursinho em São José dos Campos e se formou jornalista na PUC de São Paulo.

André começou sua vida profissional no jornal Estadão, esteve depois na TV Bandeirantes e em seguida, no Portal R7, da TV Record. Está desde 2024 na Revista Placar. Pela revista, tem viajado constantemente, sempre fazendo cobertura de eventos esportivos importantes, como o Mundial de Clubes da FIFA nos EUA  no ano passado.

Como jornalista, apesar da pouca idade, tem muita experiência em cobertura esportivas internacionais. Já cobriu três copas do mundo: Brasil 2014, Rússia 2018 e Qatar 2022, duas olímpiadas: Rio 2016 e Tóquio 2020 pelo Portal R7, da Rede Record  o Mundial de Clubes da FIFA nos EUA em 2025, pela Revista Placar.

André Avelar

 

“Cobrir a quarta Copa do Mundo é o sonho realizado pela quarta vez. Não consigo naturalizar isso. Sei que existem jornalistas de oito, nove, dez mundiais no currículo, mas por outro lado começo a fazer parte de um grupo muito seleto aos 39 anos”, comentou.

 

André com a Trionda, bola oficial da Copa do Mundo de 2026, que tem chip com bateria e é integrada com inteligência artificial.

 

Segundo ele, o Brasil vai experimentar nesta Copa a sensação de não ser favorito mesmo contra seleções de menor expressão. “Marrocos é um desses casos. Por mais que a seleção adversária tenha problemas, é um tipo de jogo que incomoda o Brasil. A chegada tardia do Ancelotti escancarou problemas de protagonistas na seleção. Falta um verdadeiro jogador para resolver uma eventual partida truncada. Daí, por exemplo, o desespero é convocar Neymar. Um empate não me surpreenderia”, comentou sobre o jogo de estreia neste sábado(13).

André vê a França e a Espanha como os principais times desta Copa assim como Mbappé(França) e Yamal(Espanha) como os melhores jogadores. “Esses são times que não chegariam à final por descuidos próprios. A atual campeã Argentina tem a mesma base, mas está quatro anos envelhecida com Messi e companhia. Seria interessante ver Portugal ir longe no Mundial e o Cristiano Ronaldo ter uma despedida à altura. O time é bom ainda que não esteja pronto para ser campeão”, avaliou.

Na primeira fase da copa André Avelar estará em Nova York. “Tem muita coisa acontecendo fora do campo e essa é a minha real especialidade. Saber contar que por trás de um estrangeiro que não consegue entrar no país, existe a história de um ser humano. A PLACAR é sim a revista do futebol brasileiro, mas nunca deixa de lado as histórias que envolvem a Copa quando os holofotes estão nos jogadores. A Copa é do mundo e o país anfitrião precisa aceitar isso.”, destacou.

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