Ubatuba foi a cidade com mais ocorrências de crianças perdidas dos pais durante o ano: 171.
O Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo, por meio do Grupamento de Bombeiros Marítimos (GBMAR), divulgou um balanço das ocorrências de crianças perdidas dos pais e localizadas nas praias paulistas em 2025: foram contabilizadas 351 ocorrências em toda a região monitorada, todas devidamente atendidas, com localização e devolução das crianças aos seus responsáveis.
A cidade de Ubatuba liderou o número deste tipo de ocorrência entre as cidades praianas do estado de São Paulo: foram 171 ocorrências de crianças perdidas dos pais durante ano de 2025. Em Guarujá, foram 40 ocorrências; em Praia Grande, 34; e, em Caraguatatuba, 28 casos.
As autoridades reforçam a importância das ações preventivas, como identificação das crianças com pulseiras, orientação prévia às famílias e atenção redobrada em locais de grande aglomeração, medidas que contribuem diretamente para a rápida resolução dessas ocorrências e para a segurança das crianças.
Os braceletes, usados para identificação, estão disponíveis em quatro cores extremamente chamativas: amarelo, laranja, azul e verde. Na pulseira, é possível colocar o nome da criança, responsável e o telefone de contato da família. O acessório é resistente à força e à água.
Ao chegar à praia, o responsável deve procurar um posto do GBMar e retirar a pulseira. Se não houver um posto, o responsável deve procurar um guarda-vidas, já que ele tem pulseiras para distribuir.
Os pais colocam o nome e telefone nos braceletes coloridos e ensinam os filhos a procurar um guarda-vidas em caso de separação, sendo uma medida preventiva eficaz contra o desaparecimento infantil na areia, especialmente durante o verão.
Tradicionalmente, quando os pais procuram uma criança perdida nas praias, os banhistas batem palma em sequência para alertar as pessoas sobre a criança desaparecida. Se encontrar uma criança perdida na praia, procure imediatamente um guarda vidas, bombeiro ou policial militar e leve-a para o posto de ajuda mais próximo, se não houver, peça ajuda a um quiosque e ligue para a polícia militar.

