Reforço nas praias reduz afogamentos, mas banhista deve respeitar a sinalização e as recomendações dos guarda vidas

 

Em todo o litoral paulista, são esperados 7,5 milhões de turistas. Parte desse total (1,95 milhão) deve se concentrar apenas nas cidades do Litoral Norte, o que representa crescimento de 5,7% no fluxo de visitantes em relação à temporada anterior.

 

As praias paulistas estão superlotadas desde o feriado do Natal e devem permanecer repletas de banhistas até o final da temporada, no mês de março de 2026. O Estado e as prefeituras reforçaram a segurança aos banhistas. São quase 900 guarda-vidas,  helicópteros da PM, embarcações, jet skis e,  pela primeira vez na história, haverá o uso de 150 drones para monitorar a orla no litoral do estado. A ação faz parte da Operação Verão Integrada em todas as cidades praianas.

 

O reforço nas praias pelo estado e pelas prefeituras tem dado resultado. O número de mortes por afogamento tem reduzido muito no litoral paulista, conforme informa o balanço divulgado ontem pelo GBMar.  Em 1986, as praias paulistas registraram 389 óbitos e 1.015 vítimas resgatadas; dez anos depois, em 1996, foram 244 óbitos e 1.203 vitimas resgatadas. Em 2006, foram 89 óbitos e 3.022 vítimas resgatadas; e, em 2016,  97 óbitos e 3.126 vítimas resgatadas.

 

No ano passado, 2024, foram 110 óbitos e 3.735 vítimas resgatadas. Em 2025,até o último domingo(28), foram contabilizados nas praias paulistas 80 óbitos e 3.901 vítimas resgatadas.  No Guarujá, este ano, foram registrados 18 óbitos e salvas 1508 pessoas; em Praia Grande, foram 10 óbitos e 191 resgatados; em Itanhaém, foram 11 óbitos e 122 resgatados; em Mongaguá, foram10 óbitos e 143 resgatados; em Ubatuba, foram 8 óbitos e 990 resgatados; em Bertioga, foram 8 óbitos  101 resgatados; , em São Sebastião, foram cinco óbitos e 610 resgatados.

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