A Justiça tornou réu por homicídio e tentativa de homicídio, Patrick Ramon Santos Oliveira, de 32 anos, morador de Jacareí, acusado de assassinar Rhian Heitor Siqueira Gonçalves, de 19 anos, durante a festa de réveillon deste ano em Caraguatatuba, no Litoral Norte Paulista. A informação é do G1 da TV Vanguarda..
Segundo o G1, a decisão saiu nesta segunda-feira (13), o juiz de Caraguatatuba, Júlio da Silva Branchini, acatou a denúncia do Ministério Público de São Paulo e determinou que Patrick Ramon Santos Oliveira tenha a prisão temporária convertida em preventiva e responda na justiça por homicídio e tentativa de homicídio.
A morte do jovem, Rhian Heitor Siqueira Gonçalves, de 19 anos, ocorreu durante a virada do ano em Caraguatatuba. O crime aconteceu próximo ao palco principal dos shows na Praça de Eventos, na região central, em meio a uma multidão que se reunia para dar as boas-vindas ao ano de 2025.
Ocorreu uma briga generalizada, próximo ao jovem que estava cm a namorada. Rhian teria tentado separar a confusão, quando teria sido atacado por trás por um homem armado de um canivete, que seria Patrick. Rhian foi ferido no pescoço, com ferimentos na veia carótida. O jovem perdeu muito sangue, foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu a caminho do hospital Stella Maris.
Denúncia
Segundo denúncia feita pelo Ministério Público de São Paulo, Patrick teria matado o jovem Rhian com um canivete e desferiu golpes com o objeto também contra um outro rapaz, que teria agido para apartar a confusão. Na decisão, o juiz Júlio da Silva Branchini destacou que o caso se trata de um crime hediondo e que é necessário que o réu permaneça preso ao longo da investigação e do processo.
Patrick estava sendo procurado pela desde setembro para cumprir a ordem judicial de prisão temporária. Ele se apresentou às autoridades no dia 1º deste mês e permanece preso. Em depoimento na delegacia de polícia, Patrick negou participação no crime, mas a polícia alega que houve contradições entre o que o suspeito contou narrou e o que foi apurado pela polícia. O g1 acionou a defesa do réu Patrick, mas ainda não houve retorno.

