Após 14 dias de tratamento, tamanduá-mirim encontrado ferido na Tamoios é solto no trecho dos contornos

O animal passou por reabilitação no Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (CRAS) da Univap

 

A Concessionária Tamoios junto à Universidade do Vale do Paraíba (Univap) realizaram a reinserção de um Tamanduá-mirim (Tamandua tetradactyla) na natureza. O animal foi solto, no último dia 18 de setembro, no trecho dos Contornos da Rodovia dos Tamoios, em um fragmento de vegetação próximo ao local onde foi encontrado.

 

O tamanduá foi resgatado às margens da Rodovia dos Tamoios em 04 de setembro de 2025 e encaminhado para o Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (CRAS) da Univap, em parceria com a Concessionária Tamoios. O animal chegou com alguns ferimentos, sendo necessário tratamento clínico.

 

Segundo a concessionária, após 14 dias de reabilitação a fêmea apresentou as condições clínicas e comportamentais necessárias para sua reintrodução na natureza. A soltura do tamanduá foi autorizada pelos órgãos competentes do estado de São Paulo.

 

Participou da soltura o biólogo e técnico responsável do CRAS da Univap, Juan Sambudio de Paula. Pela Concessionária Tamoios participou o Especialista em Meio Ambiente, Danilo Leme.

 

O tamanduá-mirim (Tamandua tetradactyla), também conhecido como tamanduá-de-colete, é uma espécie amplamente distribuída pela América Latina.

 

É facilmente reconhecido por seu “colete” preto natural. Adaptável, ele vive em diversos habitats, preferindo as bordas das florestas para encontrar sua comida favorita: formigas e cupins.

 

Apesar de ser classificado como “pouco preocupante” pela IUCN, o tamanduá-mirim enfrenta ameaças como a perda de habitat e o desmatamento.

 

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